domingo, 29 de novembro de 2009

Programa Antitabagismo

Entrevista com a coordenadora da Equipe Multidisciplinar do Posto de Saúde Nº 2 de Sobradinho-DF, Enfermeira Lídia.




Depoimento de uma ex-fumante.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Alerta às Universidades

grupocetabagismo

Nesta resenha discutiremos sobre a opinião de profissionais da área de saúde, especificamente sobre os jovens graduados nessa área, de como estão se portando diante de pacientes que buscam auxílio para deixar de fumar. Orientamo-nos, focando a fundamental importância das universidades em desempenhar o papel de orientador, disseminando ainda no âmbito universitário esclarecimentos a cerca desse assunto. Para abordar melhor o tema o grupo pesquisou em várias fontes, reportagens publicadas,e a pesquisa realizada pelo INCA “Vigilância do Tabagismo em Universitários da Área da Saúde”, o material está disponível no blog. Para a produção dessa resenha será utilizado trabalho de alguns precursores deste assunto, são eles Liz Almeida, Luiz Antônio Santini e Edgar Morin(2001), As nossas referências não produziram trabalhos sobre o assunto, mais são pessoas com um vasto conhecimento na área.

O diretor geral do Inca, Luis Antônio Santini, aponta a importância em proporcionar aos jovens que ingressaram no curso de saúde, conhecimentos sobre a dependência do tabagismo e os meios de tratamento disponíveis, que posteriormente deverão orientar aos seus futuros pacientes.

Santini diz que: “É importante intensificar as informações sobre tabagismo entre os universitários para que eles se tornem agentes multiplicadores dos males causados pelo hábito de fumar e influenciem pessoas a tomar essa decisão”. Com base nessa analogia do diretor Geral do Inca, podemos constatar a necessidade hoje de ter jovens profissionais cada vez mais preparados, pois serão formadores de opiniões, irão conscientizar através da educação recebida. Percebe-se então que conhecimentos mais a fundo a respeito da dependência do tabagismo e de seus tratamentos para cada caso especifico, tornam o futuro profissional mais preparado para lidar com o assunto.

A chefe da Divisão de Epidemiologia do INCA, Liz Almeida, coordenou a pesquisa “Vigilância de Tabagismo em Universitários da Área da Saúde”. Através desta pesquisa ela chegou a conclusão que aos estudantes que ainda não fazem uso diário de cigarros e não apresentam dependência significativa, portanto a universidade é o ambiente ideal para desenvolver programas de cessação para atingir esse público.

Liz afirma também que:

“A pesquisa mostra que o conhecimento parece não ser suficiente. É preciso que venha junto com uma clara sinalização, no ambiente universitário, de uma política de prevenção à exposição à fumaça do tabaco em suas dependências e de um reforço do tema no conteúdo programático dos cursos.”

Nessa citação Liz aborda que alguns estudantes dedem desse conhecimento, mesmo que de forma empírica, mas de muito não adianta, então se faz necessário nas universidades o uso de outros meios para alertar esse grupo.

Sobre o olhar de Edgar Miron, esse sim autor de algumas obras, descreve diante da sua vasta experiência que benefícios podem trazer uma reforma nas universidades:

“A reforma do pensamento exige a reforma da universidade. Essa reforma incluiria uma reorganização geral para a instauração de faculdades, departamentos ou institutos destinados ás ciências que já realizaram uma união multidisciplinar em torno de núcleos organizados.” Edgar Morin (2001, p.83)


Miron, fala sobre reformar o ambiente universitário, as idéias, para dessa maneira buscar a reforma de pensamentos, organizando os ambientes destinados a ciência.

Os estudos apresentados nesta resenha têm como objetivo alertar a população sobre essas dificuldades enfrentadas pelos jovens universitários, que trabalharão no futuro, para melhoria da saúde dessa população, e não saem tão preparados das universidades quanto deveriam. Então não viemos, por meio dessa, criticar ou ser hipócritas quanto à formação desses profissionais, mais trazer esse problema à tona, para que atitudes sejam buscadas, a criação de projetos, recursos que beneficiem esses jovens profissionais, as universidades, e a população.


Bibliografia

Santini, Antônio Luis. "Vigilância do Tabagismo em Universitários da Área da Saúde”.

Disponível em: http:// www.inca.gov.br/impressao.asp?op=pr&id=2191

Acessado em: 05/09/2009 às 14:39h.

Almeida, Liz. Coordenadora "Vigilância do Tabagismo em Universitários da Área da Saúde”.

Disponível em: http:// www.inca.gov.br/impressao.asp?op=pr&id=2191

Acessado em: 05/09/2009 às 14:39h.

Morin, Edgar. A cabeça bem feita: repensar a reforma, reformar o pensamento.

Rio de Janeiro. Bertrand, 2001, p.83.

Como conseguir parar de fumar?



Programa "Brasil das Gerais" exibido dia 15/01/2009 pela Rede Minas com apresentação de Roberta Zampetti.

Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=iGTDpT2rUOI
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sábado, 31 de outubro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Tabagismo X Universitários


As universidades não estão dando a devida importância para transmitir aos alunos, os tipos de tratamento para que pessoas deixem de fumar.

Ao entrar em contato com a comunidade, os jovens graduados percebem seu despreparo ao lidar com pessoas que fazem o uso do tabaco. Eles desconhecem os mecanismos para implantar o tratamento do tabagismo.

Alem disso, o Ministério da Saúde, recomenda que os profissionais de saúde aconselhem seus pacientes fumantes a deixarem o vício. Mas como exigir isso, se as universidades não disponibilizam de meios para que essas informações sejam passadas aos estudantes.

Uma pesquisa coordenada pelo Instituto Nacional do Cancer (INCA), vem discutir essa relação.

"Os jovens pesquisados são futuros profissionais da área de saúde e como tal devem incorporar o importante papel social que tem como formadores de opinião e modelos de comportamento”, afirma Tania Cavalcante, chefe da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA e coordenadora do Programa Nacional de Controle do Tabagismo.


“Como a maioria dos estudantes fumantes ainda não faz uso diário de cigarros e não apresenta um padrão de dependência significativa, a universidade torna-se um local privilegiado para a criação de programas de cessação voltados para esse público”, afirma a epidemiologista Liz Almeida, coordenadora da pesquisa no Brasil.


A pesquisa mostra ainda que as normas das universidades quanto à proibição de fumar nas suas dependências não estão claras para os estudantes: 70% dos entrevistados não percebe normas anti-fumo nas instituições em que estudam e pelo menos 10% dos fumantes fumou dentro dos prédios da universidade no último ano.


Disponível em Pesquisa: Vigilância do Tabagismo em Universitários da Área da Saúde