As universidades não estão dando a devida importância para transmitir aos alunos, os tipos de tratamento para que pessoas deixem de fumar.
Ao entrar em contato com a comunidade, os jovens graduados percebem seu despreparo ao lidar com pessoas que fazem o uso do tabaco. Eles desconhecem os mecanismos para implantar o tratamento do tabagismo.
Alem disso, o Ministério da Saúde, recomenda que os profissionais de saúde aconselhem seus pacientes fumantes a deixarem o vício. Mas como exigir isso, se as universidades não disponibilizam de meios para que essas informações sejam passadas aos estudantes.
Uma pesquisa coordenada pelo Instituto Nacional do Cancer (INCA), vem discutir essa relação.
"Os jovens pesquisados são futuros profissionais da área de saúde e como tal devem incorporar o importante papel social que tem como formadores de opinião e modelos de comportamento”, afirma Tania Cavalcante, chefe da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA e coordenadora do Programa Nacional de Controle do Tabagismo.
Ao entrar em contato com a comunidade, os jovens graduados percebem seu despreparo ao lidar com pessoas que fazem o uso do tabaco. Eles desconhecem os mecanismos para implantar o tratamento do tabagismo.
Alem disso, o Ministério da Saúde, recomenda que os profissionais de saúde aconselhem seus pacientes fumantes a deixarem o vício. Mas como exigir isso, se as universidades não disponibilizam de meios para que essas informações sejam passadas aos estudantes.
Uma pesquisa coordenada pelo Instituto Nacional do Cancer (INCA), vem discutir essa relação.
"Os jovens pesquisados são futuros profissionais da área de saúde e como tal devem incorporar o importante papel social que tem como formadores de opinião e modelos de comportamento”, afirma Tania Cavalcante, chefe da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA e coordenadora do Programa Nacional de Controle do Tabagismo.
“Como a maioria dos estudantes fumantes ainda não faz uso diário de cigarros e não apresenta um padrão de dependência significativa, a universidade torna-se um local privilegiado para a criação de programas de cessação voltados para esse público”, afirma a epidemiologista Liz Almeida, coordenadora da pesquisa no Brasil.
A pesquisa mostra ainda que as normas das universidades quanto à proibição de fumar nas suas dependências não estão claras para os estudantes: 70% dos entrevistados não percebe normas anti-fumo nas instituições em que estudam e pelo menos 10% dos fumantes fumou dentro dos prédios da universidade no último ano.

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